Quando damos um grito ou emitimos outros sons, o ar que está por perto recebe a vibração e se agita de forma contínua, formando uma onda. Podemos comparar esse efeito com o que observamos quando uma pedra é atirada num lago. As ondas sonoras podem se propagar pelo ar, pela água e até por um barbante. Nesse caso, as vibrações apenas acompanham o comprimento do fio, podendo alcançar longas distâncias. A experiência pode ser feita na classe. Basta ligar a base de dois copinhos plásticos com um barbante de alguns metros e esticá-lo. Se um aluno falar dentro de um dos copinhos, outro poderá ouvi-lo na extremidade oposta. Já no caso do telefone tradicional, as ondas sonoras são convertidas em impulsos elétricos quando falamos e, na outra ponta, reconvertidas em ondas sonoras. No caso do telefone celular, que não usa fio, as ondas sonoras são convertidas em ondas eletromagnéticas, que viajam pelo ar na velocidade da luz. Você pode obter mais detalhes na internet na página do Museu do Telefone, da Telefónica (www.museudotelefone.org.br).